domingo, 31 de agosto de 2025

Trump quer regras eleitorais válidas para todo o território dos Estados Unidos.

 

Trump quer regras eleitorais válidas para todo o território dos Estados Unidos.

O presidente Donald Trump declarou na noite deste sábado, 30, que deve emitir um decreto para mudar algumas regras eleitorais dos Estados Unidos. A nova legislação seria válida em todo o território nacional. Além de defender a apresentação obrigatória de um documento de identificação na hora do voto pelos eleitores, o republicano afirmou que pretende restringir os casos onde o voto por correspondência é permitido.
“O documento de identificação deve ser apresentado por cada um que votar. Sem exceções! Vou emitir um decreto que torna esse documento uma obrigação. Além disso, nada de voto por correspondência, exceto para aqueles que estão muito doentes e para os militares que estão distantes. Vamos utilizar somente cédulas eleitorais”, escreveu. O comunicado foi feito via publicação na Truth Social.

Nem todos os estados do país exigem a apresentação de um documento por parte dos eleitores na hora da votação. Essa identificação por ser oficial ou não e, ainda, com ou sem foto. Em catorze estados* e na capital federal, Washington D.C., não é exigida documentação alguma.

Cada estado também define suas próprias regras para o voto por correspondência, mas uma justificativa válida pode ser exigida ao eleitor. A maioria inclui a impossibilidade de comparecer ao local de votação por doença, lesão ou deficiência; estar em viagem de negócios ou férias fora do município ou cidade de residência no dia da eleição ou ser estudante de uma faculdade ou universidade fora do estado.

O que é gerrymandering?

O presidente dos Estados UnidosDonald Trump, popularizou a palavra gerrymandering no noticiário, em meio a “batalha dos mapas” para o redesenho dos distritos americanos. Tudo começou quando o republicano pressionou o Estado do Texas a refazer o seu mapa de distritos antes do previsto e a Califórniao maior Estado democrata, resolveu responder.

Até agora, o redesenho dos distritos ficou apenas entre os dois maiores Estados dos EUA, mas Trump deseja que Ohio, Indiana e Missouri, outros Estados republicanos, façam o mesmo processo. Nova York, Illinois e Maryland, que são governados pela oposição, estudam formas de realizar o próprio redesenho, conhecido como gerrymandering.

Gerrymandering

O processo de gerrymandering está ligado ao desenho dos limites dos distritos congressionais americanos. Na terra do Tio Sam, cada Estado americano elege dois senadores e os congressistas são eleitos por meio do voto distrital. Cada distrito nos EUA elege um representante e os distritos são divididos igualmente em população.

A cada 10 anos, após o censo, os Estados americanos redesenham os limites dos distritos congressionais para refletir as mudanças populacionais em um processo conhecido como redistritamento.

Mas políticos de ambos os partidos aproveitam o processo de redistritamento para manipular os mapas e favorecer certos candidatos, em uma prática conhecida como gerrymandering.

O termo tem origem no nome do ex-governador de Massachusetts Elbridge Gerry, que redesenhou os distritos do Estado em 1812. Um jornal local afirmou que um dos distritos desenhados por Gerry parecia uma salamandra (salamander, em inglês) e desde então a prática ficou conhecida como gerrymander, unindo o sobrenome do governador e a palavra salamander.

A prática de gerrymandering é permitida nos Estados Unidos, mas cada Estado tem uma legislação específica sobre como redesenhar os distritos.

“A única coisa que a Constituição exige é que todos os distritos devem ter a mesma população e que não se pode discriminar com base em raça ao desenhar um distrito”, aponta Richard Briffault, professor da Escola de Direito da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.

Formas de gerrymandering

O especialista destaca que existem duas formas de aplicar o gerrymandering. A primeira é chamada de cracking e consiste em dividir grupos de eleitores desfavorecidos pelo partido que domina o controle do redesenho dos mapas entre vários distritos. Com a força eleitoral dividida, esse grupo tem dificuldade de eleger seus candidatos preferidos em qualquer distrito.

A segunda prática é chamada de packing e consiste em amontoar grupos desfavorecidos em poucos distritos para que eles vençam com margens esmagadoras, mas não tenham força no resto do Estado.

“De acordo com esse tipo de gerrymandering, o partido que desenha os mapas coloca o máximo de eleitores da oposição em um distrito”, diz Briffault. “Então ao invés de ganhar o distrito por 60% dos votos, um congressista da oposição ganha por 90%. A oposição está fortemente representada em um distrito, mas não tem voz em outros lugares”.

Eleições de meio de mandato

Analistas entrevistados pelo Estadão apontam que Trump deseja realizar o gerrymandering republicano antes do fim da década para conseguir mais assentos na Câmara dos Deputados nas eleições de meio de mandato.

Atualmente, o Partido Republicano possui maioria nas duas casas legislativas, mas geralmente a legenda oposicionista tem vantagem para conseguir o comando de pelo menos uma das casas nas eleições de meio de mandato, que renova um terço dos assentos do Senado e todos os assentos da Câmara dos Deputados.

Os republicanos do Texas esperam que os novos mapas possam fornecer cinco novos assentos para os republicanos. Já os democratas da Califórnia querem eliminar os ganhos texanos com cinco novos assentos da legenda no Estado.

Boicote pela soberania.

Uma campanha nacional batizada de “Boicote pela Soberania” vem ganhando força no Brasil ao convocar cidadãos a deixarem de consumir produtos de empresas dos Estados Unidos. A iniciativa, organizada por um movimento popular, busca pressionar multinacionais norte-americanas a se posicionarem contra o chamado “tarifaço” de 50% imposto pelo governo de Donald Trump sobre exportações brasileiras, após articulações lideradas por Eduardo Bolsonaro contra o Brasil. O Brasil é um dos maiores mercados consumidores de empresas estadunidenses. Para os idealizadores do boicote, o movimento pode causar impacto significativo na arrecadação dessas companhias no país, incentivando-as a pressionar o governo norte-americano pela revogação das tarifas. De acordo com o último Datafolha, 89% da população brasileira se declarou contrária ao tarifaço, o que, segundo os organizadores, demonstra que o movimento tem potencial de mobilização em larga escala. “Nosso boicotaço pode gerar um efeito cascata e forçar uma mudança de postura internacional”, defendem.

Como funciona o boicote

O “Boicote pela Soberania” divulgou uma lista de mais de 3 mil empresas estadunidenses que operam no Brasil cujos produtos devem ser evitados. Em contrapartida, sugere alternativas nacionais e de outros países. A campanha circula principalmente pelas redes sociais, com orientações e materiais de apoio.

“Não se trata apenas de consumo, mas de luta pela soberania nacional. Quanto mais pessoas aderirem, maior será o poder de pressão”, reforça o texto de divulgação.

Engajamento e canais de comunicação

Para incentivar a adesão, os organizadores mantêm perfis oficiais nas redes sociais e um canal de contato direto com os interessados. Informações detalhadas sobre as empresas envolvidas e as alternativas de consumo podem ser acessadas pelo Instagram @boicotepelasoberania ou pelo e-mail contato@boicotaco.com.br. Confira a lista no site boicotaco.com

Juros do Cartão de Crédito.

  • Quatro instituições financeiras estão cobrando juros e encargos do cartão de crédito acima de 100% do valor original da dívida - Banco XP (208,33%), Banco Rendimento (971,43%), Banco Cooperativo Sicoob (363,33%) e Via Certa Financiadora (115,59%). A informação foi divulgada pelo Banco Central. A lei 14.690/2023 prevê que os juros e outros custos do rotativo ou do parcelamento não podem dobrar o valor original da dívida. Caso o débito seja de R$ 1.000, por exemplo, os encargos não podem ultrapassar esse valor. A regra não definiu as sanções para as instituições que descumprirem a lei, segundo informações publicadas no Portal UolA XP diz que o caso já foi corrigido. "Trata-se de uma questão pontual, identificada e corrigida no momento da mudança regulatória, com clientes devidamente ressarcidos e comunicados, sem qualquer prejuízo financeiro. Todos os clientes permanecem em conformidade com o limite regulatório estabelecido para operações de cartão de crédito." O Banco Rendimento afirma que os valores cobrados em julho "estão dentro do teto permitido". "A empresa já está em contato com o Banco Central para solicitar a correção da informação". O Sicoob também afirma "que o caso em questão foi pontual". Alegou que representam "nove transações em um universo de centenas de milhares, e não reflete[m] a política de juros praticada pela instituição”. “As inconsistências já foram identificadas, corrigidas, e a cobrança adicional, estornada."

Marcelo Nalesso Salmaso.

 Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) informou que o uso de textos-padrão em despachos e decisões é “uma prática usual” nas unidades judiciais, e ajuda a dar celeridade a um sistema que sofre com o elevado volume de processos em tramitação.

A resposta foi dada ao Estadão nesta quinta-feira, 28, após o juiz Marcelo Nalesso Salmaso conceder liberdade provisória a um homem preso na Rodovia Castello Branco com mais de 200 quilos de pasta-base de cocaína em Itu, no interior de São Paulo.

Em uma primeira decisão, na semana passada, o magistrado concedeu a liberdade provisória ao suspeito por considerar que a quantidade dos entorpecentes apreendida “não era exacerbada”.

O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, usou as redes sociais para protestar. “Decisão absurda que liberou um traficante com mais de 200 kg de pasta-base de cocaína por considerar uma ‘pequena quantidade’. Isso é desrespeito com o trabalho policial e, principalmente, com a população”, escreveu Derrite.

Na segunda-feira, 25, o juiz publicou uma correção da decisão. Na retificação, Salmaso afirmou que a redação do primeiro documento onde cita a pequena quantidade de drogas foi feita com base em um “texto-modelo” usado para a concessão de liberdade provisória. No novo posicionamento, ele considerou que a apreensão da polícia foi de “elevada monta”, mas manteve a liberdade provisória do suspeito.

“A decisão lançada no termo da audiência de custódia destes autos, realizada no dia 21 de agosto de 2025 (fls. 49/51), por um equívoco, é a íntegra de um texto-modelo utilizado para concessão de liberdade provisória em situações de tráfico ilícito de entorpecentes, mas que não guarda correspondência exata com o caso concreto em tela”, escreveu o magistrado.

Para manter o suspeito em liberdade, o juiz justificou que o réu é primário, não possui indícios de participação no crime organizado, tem um emprego de atividade lícita e bons antecedentes criminais. E ressaltou, ainda, que é necessário colher mais provas para uma decisão final sobre o caso.

O Tribunal de Justiça informou que a utilização de redações pré-prontas é uma prática usual que dá mais celeridade à prestação jurisdicional, “considerando o elevado volume de processos em tramitação”.

O TJSP nega o uso do recurso da Inteligência Artificial e explicou que os juízes editam e adaptam o texto para cada caso concreto. “Assim, preserva-se a análise individualizada e a fundamentação específica exigida em cada decisão”.

Ainda de acordo com o tribunal, a Corte não se posiciona com relação às decisões jurisdicionais e os magistrados possuem independência para tomar as decisões. “Essa independência é uma garantia do próprio Estado de Direito. Quando há discordância da decisão, cabe às partes a interposição dos recursos previstos na legislação vigente.”

Robert F. Kennedy Jr

  • 28/08/2025.  O Secretário de Saúde dos Estados Unidos, Robert F. Kennedy Jr., atacou nesta quinta-feira (28) os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), um dia após a destituição de sua diretora, afirmando que a histórica agência necessita de uma reforma integral. Apesar de terem sido fundamentais para a saúde pública por mais de 80 anos, os CDC vêm sendo alvo de fortes críticas do governo dos Estados Unidos desde que RFK Jr. assumiu o cargo. O Secretário de Saúde demitiu reconhecidos especialistas em vacinas, restringiu drasticamente o acesso às vacinas contra a covid-19 e cortou o financiamento federal das vacinas de mRNA, a tecnologia à qual se atribui o salvamento de milhões de vidas durante a pandemia.
  • O secretário de Saúde dos Estados Unidos, Robert F. Kennedy Jr., disse na quinta-feira que o Centro de Controle e Prevenção de Doenças precisa cumprir as ambições do presidente Donald Trump, um dia depois que a Casa Branca demitiu a diretora da agência de saúde e que funcionários de alto escalão se demitiram.
  • A reviravolta na liderança do CDC ocorre no momento em que Kennedy fez mudanças radicais nas políticas de vacinas desde que assumiu o cargo este ano, inclusive demitindo os membros do painel consultivo de especialistas em vacinas e substituindo-os por ativistas antivacinas e outros consultores escolhidos a dedo.

    Desde que tomou posse em janeiro, Trump assumiu o controle de agências do governo dos EUA que, durante anos, se orgulhavam de sua independência da política presidencial, ao supervisionarem assuntos como eleições, mercados de ações e agitação trabalhista.

    Kennedy se recusou a comentar durante uma entrevista na quinta-feira sobre os detalhes da saída de Monarez e de outros quatro funcionários do CDC.

    "A agência está com problemas, precisamos consertá-la e estamos consertando. E pode ser que algumas pessoas não devam mais estar trabalhando lá", disse ele ao programa "Fox and Friends", da Fox News.

Jair Renan Bolsonaro.

  • 27/08/2025. O vereador de Balneário Camboriú (SC), Jair Renan Bolsonaro (PL), entrou em um embate com o presidente da Câmara de Vereadores da cidade, Marcos Kurtz (Podemos), na quarta-feira, 27. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teria chamado o político de “Xandão de BC”, sigla para o nome do município. Em resposta, Kurtz o comparou com o deputado federal e humorista Tiririca (PL-SP), o apelidando de “Tiririca de Balneário Camboriú”.O vereador de Balneário Camboriú (SC), Jair Renan Bolsonaro (PL), entrou em um embate com o presidente da Câmara de Vereadores da cidade, Marcos Kurtz (Podemos), na quarta-feira, 27. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teria chamado o político de “Xandão de BC”, sigla para o nome do município. Em resposta, Kurtz o comparou com o deputado federal e humorista Tiririca (PL-SP), o apelidando de “Tiririca de Balneário Camboriú”.

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